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sexta-feira, 26 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte15)

Hail to the king, fidaputas! Aqui é vossa majestade Chupacabra com mais um post do barulho!
Essa semana foi tensa, fiquei doente, tive briga feia com a patroa e o pior de tudo, uma conhecida minha me revela que não conhece os Beatles!
Merdas aqui, merdas acolá, a semana acabou e estou aqui mais uma vez para diverti-los (ou não) com mais um post sobre jogos sugadores de vida social...

Tekken 3 (PSX)
Já é de conhecimento geral que o console mais presente em minha vida de gamer era o PSX, mas eu passei esse tempo todo sem falar do primeiro jogo que eu tive nesse console: Tekken 3! Quando ganhei meu PSX meu pai deu pra mim e meus brothers três jogo, um jogo por cabeça, o do Mr. Goblin era o Crash Bandicoot: Warped, para meu older brother o FIFA 98, se não me engano, e para mim, seu filho prodígio, Tekken 3! tirando a espera que tivemos porque a bagaça tava bloqueada e os jogos eram tudo piratex, eu e meus brothers nos divertimos muito jogando essa joinha do PSX! A história eu num faço a menor ideia de qual seja, eu num era um mestre na lingua inglesa, então nunca interpretei bem o enredo desse jogo, mas que se foda, jogo de luta num precisa de história, os jogos "marca" vs "marca" que o digam... Junte dois vilões e um plano maligno e já é motivo pra porrada começar! Enfim, só sei que temos o vilão do jogo que se chama Ogre, que depois de um round vencido fica maior, mais bombado e mais fácil de derrotar, se trasformando em true Ogre... ele é um bicho verde que parece uma estatua romana, muito coisado çeuque... e também temos muitos outros personagens interessantes, contando até com um personagem brasileiro que por mais incrível que pareça não é verde e não mora num pantano, mas luta capoeira e atende por Eddy Gordo, temos um personagem imitação do Bruce Lee, temos um robô cruise, temos um lutador de luta livre com mascara de onça (minha mãe jogava com ele e te dava KO com um combo, vai encarar?) temos um samurai com elmo de caveira que tinha um meio muito esquisito de recuperar life e temos çeuque e muitos outros.
O jogo contava com gráficos muito bons pra época e também com milhares de personagens secretos, e varios modos alternativos de jogo, como o Tekken Ball Mode, onde vc joga bola com os personagens, e pode destrancar um personagem secreto, Gon, do mangá homonimo e também o modo Tekken Force Mode, onde você joga uma versão Beat'en up de Tekken e finalizando 4 vezes (sim, 4 vezes) e derrotando o Dr. Bosconovitch, você pode jogar com ele, o resto dos personagens é habilitado por finalizar o modo normal do jogo. Também temos personagens com roupas secretas, e cada vez que você termina o jogo habilita um video do personagem jogado, tem uns muito divertidos!

É isso aê meus fofos! esse foi o jogo de hoje, em breve trarei mais jogos supimpas çeuque pra vcs, see ya!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte14)

Hail, Bitches! Cá estou, mestre Chupacabra para mais um post dos jogos que causam diarréia mental e forte dependência! Fortaleza hoje amanheceu com mó pau d'água, quem tava achando ruim o calor com certeza fez a festinha na chuva, ainda mais que pobre se amarra num banho de bica!
Pois é, escrotices a parte, vamos ao jogo de hoje:

Death Rally (PC):
Provavelmente esse é o único jogo de corrida que me viciou, provavelmente o caralho, esse é com certeza o único jogo de corrida que me viciou! Death Rally é um jogo de corrida diferente, é uma espécie de Carmageddon sem os zumbis retardados e com um objetivo mais centrado... Sua missão: ganhar a corrida e ganhar dinheiro, vale destruir os oponentes com armas de fogo, vale equipar o carro com minas e com espinhos no para-choques, tudo pra poder chegar em primeiro lugar na corrida e ganhar o prêmio em dinheiro! O jogo tem uma mecânica bem simples: você é um corredor, seu objetivo é ganhar dinheiro, pra isso você precisa competir nas categorias de corrida: fáceis, médias e dificeis. Corridas mais dificeis rendem mais dinheiro, mas se você chegar em ultimo colocado você perde dinheiro. Danos no carro precisam ser reparados, isso custa dinheiro, se você terminar uma corrida sem levar danos você ganha dinheiro. Para avançar de nivel você precisa "tunar" seu carro, isso custa dinheiro. Quando o carro num aguenta mais tunning você precisa de um carro melhor, que custa dinheiro. Carros melhores, significa peças mais caras, enquanto você vai subindo de nível você também sobe no Ranking de corredores, o que vai te dar a chance de correr com "The Adversary" o chefão final do game! Uma coisa que é muito interessante é que o primeiro lugar do ranking é o Duke Nukem! e eu nunca consegui ganhar dele. Até cansei de ouvir ele falando "Hail to the king, baby!" quando ganha a corrida! Apesar disso consegui chegar ao primeiro lugar no ranking pra enfrentar o "The Adversary"... o Jogo é em 2d, mas com um gráfico bem bonito com alguns elementos em 3d, visto de cima, facilita bastante na hora da corrida, tem espectadores nas calçadas, mas vou logo avisando que não é legal sair atropelando eles, as tripas deles ou sei lá o que te deixam mais devagar por um segundo, o que pode lhe custar sua primeira colocação e pode lhe custar dinheiro!! É um jogo muito divertido e o que ele tem de divertido tem de viciante. Passei muitas tardes a fio jogando isso.

É isso aí, coisinhas, até a próxima, com o próximo jogo, Hail to the king, baby!

sábado, 20 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte13)

Olá, meus fofos, aqui quem vos fala é mestre Chupacabra. Finalmente chegamos a gloriosa parte TREZE da série de jogos que causam exclusão da sociedade! Isso não significa que vou parar de postar jogos, mas ainda assim, é um marco que vou guardar no meu coração *-*... tá isso foi gay, vamos ao jogo:

Castlevania: Aria of Sorrow (GBA):
Quando fiz meu post sobre Castlevania: Symphony of the Night, não pretendia postar outros Castlevanias... mas, foda-se. Recentemente voltei a jogar essa jóia no meu GameBoy Advance SP, único console que é realmente meu, o resto é tudo do Mr. Goblin.
A história desse aqui é bem interessante: A trama se passa em 2035, o protagonista é o estudante japonês com nome redundante Soma Cruz, que numa bela noite resolve ir visitar sua amiguinha da escola com rostinho bonitinho Mina Hakuba, que vive num templo. Só que no meio do caminho acontece um eclipse e Soma desmaia e acorda dentro de um castelo onde se encontra com Genya Arikado, que graças a uma personagem que aparece mais adiante chamada Yoko Belnades tem sua identidade revelada acidentalmente pela mesma que vacila chamando ele pelo nome de "Aluc... digo, Genya Arikado"... ela só serve pra isso, depois leva uma facada e passa o resto do jogo morrendo. Para sair do castelo em segurança com sua amiguinha, Soma deve chegar a sala do trono e derrotar aquele que é a reencarnação do Dracula que morreu em 1999 nas mãos de Julius Belmont, do famoso clã Belmont, presente em todos os jogos da série.
Castlevania: Aria of Sorrow segue a mesma linha RPG/Action do Symphony of the Night, o que não é de se admirar, já que o sucesso do mesmo foi muito grande, mas infelizmente não chega aos pés do seu irmão do Preisteichon, sendo bem mais curto, com uma apresentação gráfica inferior e menos divertido, mas ainda assim é um jogo que causa dependência, pois tem os desafios de um Action/RPG, e com uma novidade que não está presente em Symphony of the Night: Soma Cruz é capaz de sugar as almas dos monstros, ganhando poderes ao fazê-lo, vc deve tá pensando "AHHH é muito bom, ele suga as alma e fica com um monte de poderzão escrotaçado çeuque ao mesmo tempo... çeuque", mas não é bem assim... Existem três tipos de almas: vermelhas, azuis e amarelas, sendo que você só pode usar uma de cada tipo por vez, as vermelhas são os ataques a distancia, uma espécie de substituta das armas alternativas dos Belmont, as azuis são efeitos que ficam ativos enquanto vc segura o botão R, o efeito varia, pode ser um bicho que fica te ajudando a matar os monstros e suga seu MP, ou uma armadura que te faz cair lentamente, e porra aí vai, e tem as almas amarelas, que são efeitos passivos ativos 100% do tempo, como aumento de força, sorte, etc...
Uma coisa que num posso deixar de mencionar é uma das ultimas lutas do jogo, onde você enfrenta Julius Belmont, é muito interessante pois, perto do fim do jogo Soma já tem poderes fortes e Julius também, deixando a luta bem emocionante, ainda mais por ser um fight X1 de personagens do mesmo tamanho, o que é pouco explorado em jogos 2D, e que na minha humilde opinião devia ser explorado com mais frequência, é muito divertido lutar contra chefes poderosos que tem o mesmo tamanho que a gente.
Bem, amiguinhos, esse foi o jogo de hoje, espero que eu tenha honrado a décima terceira parte da série, fiquem com seus respectivos deuses e até a próxima!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte12)

Olá, fofos e fofas! Aqui é o mestre anfitrião Chupacabra nesse maravilhoso dia de chuva em Fortaleza! São José atende as preces dos fanáticos religiosos todos os anos e trás chuva pra todo mundo, até pra mim que num acredito nele. Hoje é feriado municipal, o que pra mim significa "diadeficarcomapatroa" e é isso que vou fazer assim que postar, porque mesmo precisando ir ver a patroa tiro um tempo pra postar pros meus quase inexistentes leitores.

Série Mortal Kombat (consoles variados):
Paixão internacional! Frase perfeita pra descrever o clássico Mortal Kombat! Lembro-me da primeira vez que eu joguei, eu era um pivetin, aê meu older brother comprou o cartucho Mortal Kombat 3 pro megadrive que tinha aqui em casa, foi legal quando ele perdeu uma luta pro Jax que fez um Fatality nele aê ele e o Mr. Goblin, que na época era uma criança meio perturbada saíram correndo com medo e eu fiquei sem entender o motivo do alvoroço. Bons tempos. A história do jogo todo mundo conhece, e quem não conhece provavelmente não é desse mundo, há um torneio onde os lutadores mais experientes do mundo são chamados para lutas até a morte, onde o destino da terra será decidido, vencedores ganham a glória, perdedores morrem de forma terrível nas mãos dos vencedores. O jogo foi uma revolução na época, pois as lutas eram banhadas em muito sangue, o que chocou mesmo os viadinhos da Nintendo, que tem um sério problema de masculinidade afetada... mas para os doidões do megadrive era mais uma oportunidade de nos oferecer um bom jogo que não fosse apenas voltado ao público infantil. O jogo virou mania logo no seu primeiro jogo, que na minha humilde opinião é uma grande merda! até hoje eu não sei que porcaria é aquela que eles chamam de "Sonya" no MK1, já o MK2 é o que possui a melhor apresentação gráfica, mas faltava uma coisa que só veio aparecer em MK3: os combos! Esses são, na minha opinião os três melhores jogos da série, juntamente com Ultimate Mortal Kombat 3, uma versão pombada de MK3 com muito mais personagens e sem a Sheeva, e o glorioso Mortal Kombat Trilogy, que joguei muito mesmo no PSX que é uma compilação dos três MKs, com seus personagens, cenários, Fatalitys, animalities e o caralho a quatralitys! Logo depois veio o MK4, para PSX, é o melhor jogo ruim que já joguei. Sério, é uma merda, mas eu adoro! O gráfico é podre, a variedade de personagens é podre, a variação de cenários é podre, mas ele conserva a antiga jogabilidade e deixa o humor trash dos 3 jogos anteriores ainda mais escrachado! Também tem os Adventures: Mortal Kombat: Mytologies Sub-Zero, o jogo em que o ninja cabeça fria é nosso protagonista, feito com a mesma tecnologia de captura de movimentos presentes nos primeiros MKs usando cenários em 3D, eu particularmente acho que esse deveria ser o meio usado pelos safados da Midway para fazer MK4, que certamente seria um jogo melhor. E também contamos com Mortal Kombat Special Forces que é um cu total! O protagonista dessa vez é o Jax e seu objetivo é desmantelar a quadrilha black dragon, comandada pelo Kano.
Não tive o desprazer de jogar os MKs do Piece of Shit 2, também conhecido como playstation 2 , mas a história de Mortal Kombat: Armageddon, onde todo mundo que morreu volta milagrosamente a vida para morrer de novo, e que causou a falencia da midway já diz muita coisa a respeito do joguinho.

É isso aê, crianças! no próximo capitulo mais jogos supimpas!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte11)


Hail, fidapurta! aqui quem vos fala é seu mestre anfitrião Chupacabra, com mais um post completamente inútil sobre jogos que certamente vão acabar com a sua vida! Nos últimos dias venho tendo problemas com a patroa, mas nada muito grave e agora com a chegada do feriado tudo fica mais feliz, porque feriado sempre deixa as coisas mais felizes, não é mesmo? Agora chega de reflexão, que esse negócio tá ficando gay, vamos lá ao jogo de hoje:
Série The King of Fighters (PSX/NEO GEO):
A grande maioria dos nerds da minha época pegou o tempo das maquinas de fliperama na frente do colégio
onde eu estudava. Lembro dos dias em que todo mundo se juntava pra comprar fichas de 25 centavos e jogar KOF e Metal Slug adoidado por lá, mas o que sempre cagou tudo eram aqueles caras que eram tão nerds quanto a gente, mas conseguiam ser mais desocupados e passavam mais tempo nos flipers , o que era muito trágico, já que eles humilhavam a gente sempre que apareciam... Foi aê que entrou o KOF no PSX lah em casa. A gente começou com KOF 97, mas já joguei na sequência do 96 ao 2002, se não me engano, os últimos joguei em emuladores de NEO GEO no meu pc a lenha. Como todo bom jogo de luta a história é muito pouco importante, especialmente em algumas sequências em que a história simplesmente não existe e o vilão é o Rugal... Muito filho da puta esse Rugal, é que nem brasileiro desiste é porra, e ainda é dificil que só o cacete de derrotar. O mais interessante é que minhas sequencias preferidas são essas desprovidas de história, pois elas juntam quase todos os personagens dos games anteriores, incluindo os que morreram ou sumiram, transformando um jogo numa versão KOF de Mortal Kombat Trilogy, com muitos personagens jogáveis!
A história das sequencias com história é quase sempre a mesma desde KOF 99, alguém fez um clone do Kyo, e tá planejando fazer supersoldadoscruisedebatalha com os genes do protagonista em questão, criando versões anos 90 dele por toda parte, e os ditos super soldados como K', K'9999, Kula, Krizalid, entre outros, mas a maior pedra no sapato de Kyo sempre vai ser o seu rival desde o primeiro jogo, Iori, o ruivinho com cabelo estranho e gosto duvidoso pra roupas sempre perturba o protagonista, com seus golpes de foguinho azul. Também podemos contar com a presença de personagens antes vistos em Real Bout e Fatal Fury, como Terry Bogard (um dos meus preferidos) os amigos Andy, Joe, Mai (a peituda que todo bom nerd paga pau), e nas primeiras sequências Geese Howard, o eterno arquiinimigo de Terry Bogard e que adora fazer complô com o Bison nos jogos de Capcom v.s. SNK.
O jogo é excelente e até hoje é um de meus games de luta preferidos, com movimentos rapidos, boa variedade de titulos e personagens, jogabilidade boa e bons efeitos visuais.
É isso aê, crianças, tô finalizando o post porque tô indo ver a patroa, para os nerds de plantão um presente:

Ah, vão tacar uma xD (na minha opinião ela é mais bonita que a Mai '-')

terça-feira, 16 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte10)

Olá amiguinhos, aqui quem fala é o seu anfitrião Chupacabra, minha memória tá ficando fraca pra lembrar dos jogos que me viciaram, mas hoje num tenho nada pra fazer até as 17:00 quando vou sair pra buscar a patroa no conservatório de música, então decidi postar esse jogo que já é um velho de guerra nos meus posts:

World of Warcraft (PC):
Todos vocês já sabem desde o meu post sobre MMORPGs que World of Warcraft - ou WoW- foi um jogo que destruiu minha vida social. Na verdade mão foi tão grave, quando eu comecei a jogar já tinha começado meu namoro com a patroa e não me importava dela ficar enchendo o saco no Skype no Twitter e msn pedindo pra sair sexta a noite. Minha história com WoW começou justamente porque eu queria ter alguma coisa pra fazer enquanto a patroa num entrava no msn, estudar não era uma opção, então saí jogando MMORPGs adoidados. Meu horário no PC aqui em casa começava 13:00 e terminava 18:30, sendo que a patroa só entrava as 17:00, porque ela num era desocupada que nem eu. Poisé... aê esse tempo todo ocioso eu passava jogando WoW, pois nenhum outro MMORPG tinha me viciado tanto. Pra variar um pouquinho, quem trouxe esse jogo para minhas mãos foi meu amigo super herói de brinquedo Turboman, disse que era um MMORPG maneirinho que num era 2-D e num tinha pivete jogando, eu disse: "Isso é impossível, você sonhou, tá lok de dorgas" aê ele retrucou e instalou essa bagaça no meu pc, que aliás demora duas vidas pra instalar. Primeira vez que vi num gostei não, meu youngest brother Mr. Goblin tava jogando com um Anão naquela montanha de gelo... achei bem gay.... aê mais a noite fui jogar com um blood elfo num cenario mais gay ainda. Porra, esse jogo é divertido demais, muitas opções de classes e raças, equipamentos aos montes, cenarios amplos e çeuquê... Maior defeito dele são os servidores private, que tem mais bugs que players online, e quanto mais players online mais bugs, pra num sair da proporção... deve ter uma margem de 1 player pra cada 100 bugs. pois é, outro defeito é os dias de caminhada, você precisa andar muito pra chegar nos lugares o que concedeu ao WoW o nome de World of Walking, dado pelos desocupados que perdem tempo editando o Desciclopédia.

É isso aí, amiguinhos... vocês que num aguentam mais ficar nessa vida de socar punheta e jogar Cabal experimentem jogar WoW, é maneirinho, mas pesa os ki, e o peso dele aumenta uns 10GB por expansão, fikdik.

Esse foi seu anfitrião Chupacabra, ainda sem nada pra fazer até a hora de ver a patroa.

sábado, 13 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte9)

É isso aí, meus queridinhos do papai! Aqui é seu anfitrião Chupacabra para mais um post completamente inútil sobre jogos que podem acabar com sua vida social!
Nos últimos dias não postei jogos porque simplesmente num consegui pensar em mais nenhum jogo no qual eu tenha me viciado, sem contar que eu tava muito ocupado jogando um puzzle maneirinho no pc chamado 4 Elements, que provavelmente um dia vá protagonizar um dos meus posts de jogos çeuquê.
Também tava ocupado resolvendo popremas com a patroa, mas isso é mais comum que Zubat em Mt. Moon no Pokémon blue (é, tô jogando isso também, algo contra?). Pois é bando de desocupado çeuque... aê vai o jogo de hoje:

Diablo II (PC):

Provavelmente eu não sou nem o primeiro e muito menos o último a me viciar em dos jogos da série Diablo. Lembram que mencionei que tava com saudade de jogos de RPG no meu post sobre Dungeon Siege? Pois é, antes de sair em uma de minhas cada vez menos frequentes viagens a Cascavel, meu amiguenho Nerd-de-pê-cê-çeuque Turboman havia trazido mais essa jóia rara do mundo dos RPGs eletrônicos. Tá certo que eu já tinha jogado antes, mas na época eu tava tão viciado no mundo mágico de World of Warcraft que nem me liguei muito. (aliás, hoje eu tenho muita raiva de WoW porque conheço um cara que é tão viciado nesse jogo que só fala nisso. É de deixar muito puto mesmo... ele lê esse blog!) Enfim, quando o Turboman chegou com seu turbo aqui em casa trazendo o Diablo II eu decidi jogar. A história dá continuidade ao primeiro jogo- que tive o prazer de jogar no PSX - o Herói que matou o Cão resolveu aprisionar a alma do mesmo no próprio corpo, tá isso foi beeeem idiota pra um herói que conseguiu matar o diabo, mas que seja, ele fez essa bobagem, e agora tá com a alma do capets no corpo. Nosso antigo herói e atual vilão, dominado pelo próprio cão chupando manga, liberta mais uma vez o mau na terra, fazendo um monte de dêmonios e mortos-vivos sairém pelo ladrão do inferno, e o filho da puta ainda liberta os irmãos dele (que num lembro o nome e tô com preguiça de pesquisar) que são quase tão poderosos quanto ele. Eis que surge você, sim você mesmo! Sua missão: achar o desgraçado que num para de andar pro oeste e acabar mais uma vez com o Diablo. Para isso você vai ter que escolher entre as classes: Bárbaro, Maga, Necromante, Paladino, Amazona e se você tiver a Expansão Lord of Destruction, Assassina e Druida, cada classe tem suas habilidades, uns servem pra tacar pêa, outros pra soltar magia no rabo dos monstros e puraívai. Dessa vez você não fica só descendo numa masmorra como no primeiro jogo, cada capítulo você vai ter uma série de missões com várias masmorras muito criativas que vão desde o clássico cemitério abandonado a uma rede de cavernas que abriga insetos gigantes. Em cada capítulo você se mete a lutar com um dos irmãos do tinhoso, que as vezes enchem o saco pra caralho. Um ponto fraco: é muito chato trocar as magias e habilidades, não é como na maioria dos RPGs onde você tem diversos atalhos, nesse você coloca cada habilidade em uma tecla que vai de f1 a f12, mas só jogando pra ver como isso é chato... Infelizmente ainda não terminei de jogar, meu vicio foi interrompido por uma viagem a Cascavel que durou três semanas a mais do que eu havia previsto e quando voltei meu tesão tinha acabado, mas pretendo jogar de novo, se eu achar o CD...

Esse foi o jogo de hoje, apesar de ser um jogo 666 from réu do capets é um ótimo jogo, e mal posso esperar pra ter um PC de verdade e poder jogar Diablo III. Esse foi o seu anfitrião Chupacabra, até a próxima!

terça-feira, 9 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte8)

Olá, cambada! Aqui quem fala é o seu anfitrião Chupacabra para mais um post da série de jogos que viciam mais que Burizal. [/piadainterna] Hoje é um dia meio morgado, por isso tô postando logo cedo... Num tenho mais merda nenhuma pra falar, vamo lah:

Dungeon Siege (PC):
Esse foi o último jogo que me viciou. Quando eu jogava Ragnarök, um amigo meu ficava dizendo: "Dungeon Siege é muito escroto! tu coloca um anel no cara e aparece na mão dele!", infelizmente hoje esse meu amigo é viciado em Ragnarök, nunca dei muita moral pra quando ele falava isso, mas recentemente senti falta de RPGs eletrônicos e o Elder Scrolls IV: Oblivion num pegava aqui no meu PC, então meu amigo expert-geek Turboman me trouxe o Dungeon Siege. Finalizei em uma semana...
Tá, isso foi frustrante... até hoje me arrependo de ter finalizado tão rápido, mas eu num pude evitar, era mais forte que eu, foi nas férias, saia todo dia com a patroa e quando eu voltava jogava umas poucas horas de Dungeon Siege, mas quando ela foi passar três dias em Cascavel e eu num pude ir junto, abandonei minha vida e terminei Dungeon Siege mais rápido que uma bala laser...
Pois é, a história do jogo é a seguinte: Você joga com um fazendeiro comum que começa o jogo arando a terra... aê aparece um velho morrendo e você vai ampará-lo, ele diz que o reino está em guerra e você é o único que podia salvar o reino, qualquer pessoa normal acharia que o velho tá lok de dorgas, onde já se viu fazendeiro salvar o reino?! Mas você não liga pra lógica e pega sua espetacular faca e vai fazer a missão confiada pelo velho que você deixa morrendo lá no chão.
O sitema do jogo é o que é mais legal, você começa como um fazendeiro, mas dependendo das armas e das magias que você usa no jogo sua classe muda (eu joguei com a seguinte progressão: Farmer> Squire> Soldier> Warrior> Knight> Champion) não há níveis como na maioria dos RPGs, seus Status vão aumentando dependendo do que você for usando, por exemplo: se você joga lascando pêa em todo mundo, a força do seu personagem sobe mais rápido que a Destreza e a Destreza mais rápido que a Inteligência, e das Skills, apenas a perícia com armas de ataque corpo-a-corpo aumenta. Também é muito divertido poder lutar contra vários monstros ao mesmo tempo, inclusive monstros gigantescos, como um dragão negro.

É isso aê, champs, esse foi o jogo de hoje, até a próxima!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte7)

Ah... Segunda-Feira, dia mais odiado do Brasil, senão do mundo, hoje é dia de voltar as vidas ingratas, mas também é dia de vadiagem, como qualquer outro dia, porque não? Por isso hoje, seu anfitrião Chupacabra está aqui para mostrar mais um joguinho do barulho, que junto com uma turma da pesada vai curtir altas aventuras nesse clima de azaração:

Tony Hawk's Pro Skater 4 (PSX):
Não se enganem pela capa feia, THPS4 é um jogo excelente. Já era uma série conceituada quando eu comecei a jogar, mas quando meu irmão chegou com esse jogo, eu olhei feio e disse: "jogo de isqueite? deve ser só o cu", no dia seguinte já estava viciado. Muito divertido, com muitas opções de skatistas, diversas fases, e muitos modos de jogo (incluindo o multiplayer, que é só o pitel pra jogar com a galera) fazem de THPS4 um jogo de esporte melhor que muitos daqueles jogos de futebol narrados em português que reúnem a favela nas locadoras de prei dois. Como todo bom jogo de esporte esse aqui num tem história nenhuma, o objetivo do jogo é completar as missões em diversas fases do jogo que se passam em vários pontos do mundo, tem até uma fase na famosa ilha-prisão Alcatraz. Também é importante coletar bonus extras, como filmes escondidos na fase, medalhas de competições, e pontos para aumentar os status do seu skatista, pra ele ficar mais sobre-humano e poder fazer manobras ainda mais impossíveis. Skatista caindo e voando é o que num falta, (sério, se desse pra fazer na vida real o que dá pra fazer nesse jogo com um skate, eu nem ia gastar dinheiro com gasolina) muita manobra exagerada é a marca registrada desse jogo... o que posso dizer? Física: zero, diversão: DEZ. A trilha sonora do jogo é bem interessante, com musicas que te deixam no clima, mas isso é uma questão muito pessoal, eu por exemplo, só gosto de duas músicas. Ah, e pra deixar vocês com mais vontade de jogar, tem uma fase secreta depois que você termina o jogo, que é só o mi desbuiado.

Poisé, amiguénhos. Esse foi o jogo de hoje, peçam pro papai e pra mamãe comprarem as aventuras do Toninho Falcão e sua turma, eu fico por aki, até a próxima... See Ya!


sexta-feira, 5 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte5)

Cá estou mais uma vez, meus amigos desocupados, para mais uma parte da minha série de avaliação de jogos muito bons que não precisam treinar na torre, e que são doidões de tão legais. Ontém não postei porque além de ter tido um probleminha pra resolver com a patroa, meu irmão colocou 4 downloads no torrent e mais 1 no Google Chrome, tornando o ato de postar impossível. Pois é chega de lamentações e sigamos com o jogo de hoje/ontém:

Max Payne (PC):
Ah! Max Payne! Isso sim é jogo de tiro! Depois do meu vicio quase doente em Neverwinter Nights, meu amigo Adriel dos Batatões me aparece com essa maravilha. A história é a seguinte: você joga na pele do detetive da policia norte-estadunidense Max Payne, que após sua familia ser assassinada por um montes de traficantes piranha 157 vida loka aba reta, abandona a polícia e decide dedicar-se a dar uma de Punisher e ir matar os traficantes responsáveis pela droga experimental chamada: Valkyr, que deixou os bandidões que mataram sua família mais que doidões. O motivo pelo qual esse juguete me viciou, foi a criatividade dos filhos da puta que o idealizaram, existe um comando no jogo chamado "Bullet Time", onde tudo fica em camera lenta, para dar a idéia de que Max é muito rápido, isso deixa as cenas de tiroteio muito divertidas, ponto alto do jogo! (o que perde muitos pontos na sua sequencia Max Payne 2: The Fall of Max Payne, onde as cenas de tiroteio não são muito frequentes.) Outra coisa interessante é as cenas que dividem as fases que são em forma de história em quadrinhos. Ah sim, não esqueci de comentar a versão dublada do jogo, eu finalizei o original em inglês, mas já tive o prazer de jogar a versão em português, que cá pra nós, é MUITO engraçada. Enfim, Max Payne dispensa comentários, é um drama policial com muita ação em forma de game, vale a pena jogar muito!

É isso aí, meus amiguinhos, na proxima oportunidade postarei mais um jogo, até a próxima!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte4)

Olá mais uma vez, meus amigos, hoje eu tô sem porra nenhuma pra fazer então vou dar continuidade aos posts sobre os jogos e ver se acabo logo essa série. Hoje fiz uma coisa que num faço a muito tempo: dormi pra caralho, mas deixando isso de lado, vamos direto ao assunto:

Super Mario World 2: Yoshi's Island:
Provavelmente o único jogo de SNES no qual fui viciado. Super Mario World 2: Yoshi's Island, é a sequencia do famoso Super Mario World, também para SNES. Nesse jogo você joga na pele dos Yoshis (sim, no plural, cada fase é um Yoshi diferente). Os dinossauros acharam um bebê muito escroto que já nasceu de boné, chorando no meio da floresta, então eles decidem devolver o bebê pros seus pais, mas antes eles devem resgatar o irmão gêmeo do bebê que também nasceu de boné, mas esse nasceu de boné verde, para isso deve-se passar por diversas fases em vários mundos diferentes. Nesse jogo o Yoshi tem muito mais habilidades que o Yoshi do jogo anterior, podendo além de transformar os inimigos em ovo, arremessar os ovos contra seus oponentes, cair de bunda nos inimigos e certas partes da fase que podem ser "afundadas", e, como de praxe, comer, no sentido literal da palavra, seus inimigos. É um jogo realmente muito divertido, com fases coloridas e cenarios criativos que te dão mais vontade de jogar, mesmo quando você num aguenta mais morrer. Um ponto fraco, que não é bem um ponto fraco, é que quando você leva uma porrada, o Baby Mario sai voando numa bolha, e você tem que pegá-lo de volta. Até aí tudo bem, mas o Mario tem um choro extridente pra caralho, que enche o saco, e ele voa pra lugares onde você precisa se matar pra pegar ele de volta . A conclusão que eu cheguei é que: se não fosse o Yoshi pra salvar o Mario, ele nunca teria sobrevivido e mesmo assim, o encanador fica jogando o dinossauro nos buracos pra poder pular mais alto. Muito filho da puta esse encanador... por isso que prefiro o Sonic....

É isso aê, seus desocupados, se vocês tiverem um SNES, arrangem um Yoshi's Island, porque é um jogo mais que supimpa, é supimpaço. e se você tiver um GBA, também tem uma versão pro portátil que é o mesmo jogo, que aliás, tô doido pra comprar, e se você num tem nenhum dos dois, pega a ROM pro emulador.
Esse foi o jogo de hoje, até o próximo episódio, nesse mesmo canal e nessa mesma hora.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Jogos que me causaram dependência (parte3)

Apesar do blog estar lotado de posts sobre jogos, vou continuar minha saga de descrição e avaliação dos jogos que me causaram vicio. Hoje eu tô muito quebrado porque num parei em casa o dia todo, então vou postar enquanto descanço e coço.... vamos lá:

Neverwinter Nights:
Este foi o primeiro jogo de pc que joguei no meu próprio pc, no embalo do vicio em D&D. Neverwinter Nights é uma adaptação do cenário de Forgotten Realms para o pc, onde você cria seu personagem nos moldes do D&D e precisa realizar a missão de curar uma peste que assola a cidade de Neverwinter, para isso é preciso resgatar as criaturas que foram roubadas do templo do Deus Tyr pois elas tem os ingredientes da tal cura. Essa é a história do primeiro capitulo, a trama se desenrola em 4 capitulos em 4 cenarios diferentes, com vilões, monstros e outras coisas nerds de RPG, com direito a um personagem com sindrome de Darth Vader... O joguinho ainda conta com duas espansões: Shadows of Undrentide e Hordes of the Underdark, nenhuma das duas tem nenhuma ligação com o jogo original, o que deixa a ligação Neverwinter Nights>Hordes of the Underdark bem sem noção, na minha opinião esse é um ponto fraco do título, você evolui seu personagem até os niveis épicos e para continuar jogando com ele, você precisa cair de boca numa historia que tá na metade e num entender porque os NPCs não te reconhecem apesar de você ter salvado o mundo. Outra coisa que é bem chata é o fato da masmorra Undermountain, que aparece em Hordes of the Underdark ser tão curta, pois segundo os livros de Forgotten Realms : Undermountain é a maior masmorra do mundo, quando comecei a jogar pensei que a expansão toda ia se passar na tal masmorra, mas me decepcionei... Um ponto supimpa é você poder jogar online com um CD original de NWN, infelizmente não consigo atualizar o meu, não devia ter deixado o Senhor Zé levá-lo pra casa dele, ele deve ter feito alguma atrocidade com meu NWN, e prefiro nem perguntar o que foi...

É isso aeh, amiguinhos, não esqueçam de pedir pro papai e pra mamãe comprarem um NWN pra vocês, é um jogo supimpa, e se você tem um pc melhor que o meu (deve ter) confira o Neverwinter Nights 2, que parece ser bem melhor que a versão anterior.

terça-feira, 2 de março de 2010

Prison Break vira game para PC, PS3 e Xbox 360

Tava dando uma bizoiada nos sites de games da net e me deparei com essa noticia: o Seriado Estadunidense Prison Break vai virar game pra PC, PS3 e Xbox 360! Vocês podem conferir várias fotos do game clicando Aqui!

Eu como sou um fã da série gostaria de jogar esse game, pelas fotos ele tá bem parecido com o seriado. O jogo se chama Prison Break: The conspiracy, que será lançado dia 26 de março.